Arrumo lugares no meu coração, carrego você na alma, te falo silenciosamente  sobre as canções que não teve tempo de ouvir, os livros que não leu, as ruas que não viram seus pés, partilho a vida nessa comunhão silenciosa, te levando para os lugares onde vou, carregando você no coração,meu jeito de ajeitar a vida...

 (Teresa Gouvêa)

Ops! Aprendendo a Viver, com Aids
 
 
Bernardo Dania (AIDS)
 
 

(Sinopse) Peguei o resultado positivo para HIV com a mesma resignação com que se recebe um boletim vermelho na escola. Restava digerir a fatalidade e perceber, de verdade, o que eu estava sentindo. Mas eu não estava sentindo nada. Nada. Eu não era nada e sequer me preocupava com meu futuro. Minhas intenções de ser tudo o que um dia sonhei já não existiam. Se existiam estavam perdidas na rebordosa da minha cabeça. Eu sequer tinha tido tempo de vida para sonhar alguma coisa. Era novo demais. Tinha 19 anos! Mal começara a fazer sexo e já estava infectado! Que merda! Eu não sentia nada. Eu não pensava em nada. Eu era um grande tubo de ensaio cheio de vírus. 

 
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