Arrumo lugares no meu coração, carrego você na alma, te falo silenciosamente  sobre as canções que não teve tempo de ouvir, os livros que não leu, as ruas que não viram seus pés, partilho a vida nessa comunhão silenciosa, te levando para os lugares onde vou, carregando você no coração,meu jeito de ajeitar a vida...

 (Teresa Gouvêa)

Eu, Me de Minha Sogra
 
 
Monica Follador (Alzheimer)
 
 

(Sinopse) A autora narra seu cotidiano cuidando de sua sogra com Mal de Alzheimer, ao longo de quinze anos, em uma espécie de diário, ou melhor, de um inventário desse tempo, em que passou de jovem recém-casada a eficiente cuidadora, assumindo o compromisso de acolher e cuidar de sua sogra assim que lhe foi diagnosticada a doença. Com bom humor e muita verdade, Monica fala dos sacrifícios e das exigências, mas principalmente do amor e dos cuidados de que necessita a pessoa que sofre desse mal. Mesclando experiências pessoais e lembranças de sua mãe já falecida, discorre sobre a importância da empatia, da compreensão e da paciência para minimizar as situações críticas e sobreviver ao dia a dia. O livro é bem escrito e muito tocante, especialmente por tratar-se de relacionamento entre nora e sogra, geralmente marcado pela intolerância e desentendimentos. A autora não abranda os problemas, mas demonstra que é possível conviver com a doença e até mesmo transformar as dificuldades em oportunidades de crescimento, de transformação, sem sentimentalismo ou pieguice. 

 
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