Arrumo lugares no meu coração, carrego você na alma, te falo silenciosamente  sobre as canções que não teve tempo de ouvir, os livros que não leu, as ruas que não viram seus pés, partilho a vida nessa comunhão silenciosa, te levando para os lugares onde vou, carregando você no coração,meu jeito de ajeitar a vida...

 (Teresa Gouvêa)

Aqui se Jaz, aqui se Paga
 
 
Lana Veras (reflex„o)
 
 

(Sinopse) O que a mercantilização dos rituais funerários contemporâneos revela sobre as maneiras com as quais as pessoas têm lidado com a morte e o morrer na atualidade? Percorrendo esse questionamento se ramificam reflexões sobre a relação das pessoas com o tempo, com o envelhecimento e com a finitude. Observa-se um acentuado estreitamento entre as realidades morte e consumo, com redução progressiva do espaço que a sociedade atual tem destinado ao luto e ao sofrimento, categorias com cada vez mais frequência equiparadas a condições patológicas. Evidenciando que os modos atuais de lidar com a morte e o morrer envolvem flagrantes processos de mercantilização, patologização, medicalização e espetacularização. 

 
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